O Tribunal de Justiça de São Paulo aderiu à campanha "Novembro Azul", promovendo diversas ações na Capital e no Interior do Estado. O objetivo da iniciativa é conscientizar servidores e magistrados quanto à importância de cuidados e exames preventivos em relação ao câncer de próstata e outras doenças que acometem a população masculina. A ação ocorre anualmente no mês de novembro.
As comarcas de Americana, Assis, Jundiaí e Presidente Prudente mobilizaram os funcionários, que foram trabalhar vestidos de azul, marcando adesão ao movimento. O Palácio da Justiça recebeu iluminação especial para lembrar a campanha.
Foi realizada, ainda, no Fórum João Mendes Júnior, a palestra "Novembro Azul – O que é preciso saber sobre a saúde masculina?", promovida pela Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), em parceria com Escola Judicial dos Servidores (EJUS). A palestra, apresentada pelo médico especialista em medicina sexual e infertilidade masculina, Rafael Favero Ambar, teve cerca de 550 espectadores, que acompanharam pessoalmente e pela modalidade a distância.
Novembro Azul
É um movimento surgido na Austrália, em 2003, chamado Movember, aproveitando as comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata – 17 de novembro. No Brasil, o Novembro Azul foi criado com o objetivo de quebrar o preconceito masculino de ir ao médico e, quando necessário, fazer o exame de toque.
De acordo com a Fundação do Câncer, a doença é o segundo tipo mais comum entre os homens brasileiros e as maiores vítimas são indivíduos a partir dos 50 anos, além de pessoas com presença da doença em parentes de primeiro grau, como pai, irmão ou filho. Anualmente, o país registra cerca de 68 mil novos casos e 13 mil mortes causadas pela doença. Falta de informação e vergonha são algumas das razões que levam o público masculino a deixar de lado procedimentos simples, rápidos, indolores e fundamentais para identificar a doença em estágio inicial. De acordo com o instituto, o tratamento para quem identifica precocemente o câncer de próstata alcança índice de cura de até 90%.
Comunicação Social TJSP – VC (texto) / Divulgação (fotos)
imprensatj@tjsp.jus.br