TJSP na Mídia – Conjur noticia os dez anos da Comesp
Valor Econômico destaca trabalho do Numopede.
O portal Conjur veiculou, nesta terça-feira (8), matéria sobre a Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário (Comesp), que comemora uma década de existência. Com base em reportagem do TJSP publicada no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) do mesmo dia, o texto destaca a trajetória da Coordenadoria nos últimos dez anos, citando algumas das parcerias exitosas e das atividades desenvolvidas, todas voltadas ao combate à violência de gênero e ao apoio a mulheres nesta situação. Já o Valor Econômico, na edição de hoje (9), publicou notícia sobre “litigância predatória” e as ações do Judiciário para enfrentar o problema - entre elas o trabalho desenvolvido pelo TJSP no Núcleo de Monitoramento dos Perfis de Demandas da Corregedoria Geral da Justiça (Numopede).
Comesp - A reportagem menciona iniciativas como o Projeto Fênix, o Carta de Mulheres (com 2.094 respostas) e o Projeto #Rompa, além da realização de cursos, palestras e seminários (46 no total) e reuniões de trabalho com órgãos, autarquias, instituições, coletivos e demais parceiros (367 reuniões ao todo).
O texto ressalta que, pela primeira vez na história do Judiciário paulista, mulheres presidem a banca examinadora do Concurso de Ingresso na Magistratura. Uma delas, a desembargadora Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida (1ª suplente), está à frente da Comesp desde a saída e posterior aposentadoria da desembargadora Angélica de Maria Mello de Almeida, em 2020.
Confira a matéria no site do Conjur.
Numopede – De acordo com a notícia, a prática da litigância predatória causa prejuízos bilionários para os tribunais brasileiros. Em São Paulo, o Numopede identificou ao menos 200 advogados que atuam com litigância predatória, informou ao Valor Econômico o juiz assessor da Presidência e integrante do Centro de Inteligência do Tribunal, Alexandre Andretta dos Santos.
O magistrado exemplificou que na Comarca de Ribeirão Preto quatro ou cinco advogados distribuíram mais de 40 mil ações, aumentando de um para três anos o tempo médio de resposta do Judiciário, desde a proposição das ações até a sentença. Quando um juiz desconfia, envia a suspeita para a Corregedoria. O Numopede então analisa e, se for o caso, emite alerta para todos os magistrados.
Leia a matéria do Valor Econômico (exclusiva para assinantes).
Comunicação Social TJSP – DM (texto) / LF (arte)
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